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Quais as principais formas de participação das juventudes metropolitanas brasileiras? Quais os limites e as possibilidades desta participação? Estes questionamentos nortearam a pesquisa “Juventude Brasileira e Democracia: participação, esferas e políticas públicas”, coordenada pelas instituições brasileiras Ibase e Pólis, com o apoio de uma rede de instituições parceiras e o financiamento da organização canadense International Development Research Centre (IDRC).
A pesquisa foi realizada entre julho de 2004 e novembro de 2005. Foram ouvidos(as) jovens entre 15 e 24 anos de idade, de sete regiões metropolitanas (Belém, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) e no Distrito Federal. A pesquisa se soma a uma série de outros estudos que pretendem ir além do discurso corrente de que jovens não participam, são desinteressados(as) e alienados(as). O que constatamos foi que grande parte deseja participar, entretanto, não encontra espaços que possibilitem tal inclusão. O trabalho teve como finalidade subsidiar novas políticas, estratégias e ações públicas voltadas para jovens. O relatório final da pesquisa traz recomendações para órgãos públicos, bem como sugere novos estudos e investigações.
Cuáles son las principales formas de participación de las juventudes metropolitanas brasileñas? Cuáles son los límites y las posibilidades de dicha participación? Estas indagaciones son la base de la investigación “Juventud Brasileña y Democracia: participación, esferas y políticas públicas”, coordinada por las instituciones brasileñas Ibase y Pólis con el apoyo de una red de instituciones asociadas y la financiación de la organización canadiense International Development Research Centre (IDRC). La encuesta se llevó a cabo de julio del 2004 a noviembre del 2005. Se entrevistaron jóvenes de 15 a 24 años de edad de siete regiones metropolitanas (Belém, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador y São Paulo) y del Distrito Federal.
La encuesta se suma a una serie de estudios que tienen como meta ir más allá del discurso corriente de que los jóvenes no participan, les falta interés y están alienados(as). Lo que constatamos fue que gran parte de ellos desea participar, aunque no encuentran cabida para poder hacerlo.
El trabajo se aboco a dar aportes para las nuevas políticas, estrategias y acciones públicas dirigidas a los jóvenes. El informe final de la encuesta recoge recomendaciones para los entes públicos y sugiere que se emprendan nuevos estudios e investigaciones.
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